TRICAMPEÃO DA STANLEY CUP! LET'S GO PENS!

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Good Bye, The Igloo - Final

Como todos as grandes histórias, temos um grande final. O século XXI não começa muito bem para Pittsburgh, por consequência de um final de século XX terrível após o time quase entrar em concordata e mais uma uma vez ser salva pelo 'Super Mario'. O time volta a se estruturar, somado com as péssimas atuações nas primeiras temporadas dos anos 2000 o que rendeu boas posíções nos Drafts, ocasionando o quarteto base de Pittsburgh hoje.

No entanto a sorte da franquia vinha se invertendo, mas mudou drasticamente quando o Penguins ganhou o 2005 NHL Draft Lottery, tendo o direito de selecionar o jovem sensação Sidney Crosby e junto com as aquisições anteriores e uma futura: M.A. Fleury, Evgeni Malkin e Jordan Staal, o hóquei voltou a renascer na cidade de Pittsburgh.

Bem como foi com Lemieux, em 1984, Crosby não pôde transformar o Penguins em vencedores, de novo, sozinho. Com os outros top picks já mencionados ajudaram, ou melhor, levaram junto com Sid o time para a conquista do terceiro título da Stanley Cup em 2009.

Muito parecido com as estrelas, antes deles, este extremamente talentoso grupo de jovens formaram uma ligação única com os fãs de Pittsburgh. Como o Penguins fez no Bi-Campeonato (91 e 92), um caso de amor com a sua torcida fez mais uma vez a Mellon Arena, uma das arenas mais temidas da liga.

Com o sucesso da equipe de volta e uma ótima gestão, o Penguins conseguiu o financiamento para construir uma nova arena em 2007 e a construção começou em 2008. Nos planos originais a previsão de inauguração da arena era para a temporada de 2009–10, mas foi adiada para a temporada de 2010–11. Com isso, o Penguins deixaria a tão amada Civic/Mellon Arena após 42 anos de união, é algo que dói no coração, mas sabemos que é necessárioe estaremos recebendo a nova arena de braços aberto, mas sem nunca esquecer o Igloo. Good Bye, The Igloo, we already miss you.
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Esse o fim da série de posts sobre o The Igloo, o link para todas as matérias ficaram na barra lateral do blog na área de matérias especiais. Mas agora é hora de se focar no presente, a próxima temporada já esta aí batendo a porta, então agora começaram a série de posts sobre o time, situação técnica e táctica e a análise da nossa Off-Season. Então, aguardem.

E faltam 12 dias para o primeiro:
"Let's Go Pens!", na nova casa.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Good Bye, The Igloo - Parte 3

O Panorama do Penguins a partir de 1984 muda com a chegada do maior da história. 66 transforma a decepção da 'cidade dos campeões' no grande orgulho da cidade. Ele (não sozinho) leva o Penguins ao topo e o segura quando está perto de cair, ele não é só o maior ídolo de um time de hockey, ele é uma lenda pittsburguiana.

Sim, Lemieux eventualmente levou o Penguins para o bi da Stanley Cup em 1991 e 92, mas levou vários anos para construir um elenco de apoio capaz de ajudar Lemieux a conduzir Pittsburgh para a Terra Prometida.

A busca de um elenco com qualidade para ajudar Lemieux começou com a aquisição do all-star defensor Paul Coffey em 1987."Fiquei muito animado quando cheguei aqui em 87", disse Coffey. "No entanto, lembro-me dizendo a mim mesmo após a primeira semana," no que você se meteu?

O Penguins continuou a adicionar jogadores de calibre para Lemieux como Tom Barrasso, Mark Recchi, Jaromir Jagr e Ron Francis, entre inúmeros outros, mas havia ainda um obstáculo a superar: o sucesso pós-temporada.

Pittsburgh qualificou-se pela primeira vez desde do recrutamento de Lemieux na campanha de 1988-89. Eles varreram o New York Rangers na rodada de abertura dos POs, antes de cair em uma dura série de sete jogos para o odiado Philadelphia Flyers. Embora o resultado final tenha sido decepcionante - os Pinguins perderam o jogo 7 em casa, por 4-1 - Lemieux exibiu seu imenso talento para o dramático jogo 5, no Civic Arena quando enpatou um recorde dos playoffs da NHL com cinco gols e oito pontos na vitória dos Pens por 10-7.

Ao longo da década de 1990, a Mellon Arena seria o lar de alguns dos maiores talentos da história da NHL. O vestiário do Penguins era uma parede no futuro Hall of Fame - Bryan Trottier, Joe Mullen, Luc Robitaille, Mario Lemieux...

Entre 1991 e 2001, a Mellon Arena seria o lar de dois títulos de conferência e de Stanley Cup (91 e 92), cinco títulos de divisão (91, 93, 94, 96 e 98) e um Troféu dos Presidentes (93). Como o Pens se transformou em um campeão, toda a cidade rapidamente se transformou em fãs de hóquei, antes possuia uma grande número de fãs, mas nos anos 90, isso tomou proporções inimagináveis.

Mas aqueles bons tempos deram lugar a um período de escassez no início do século 21, os pinguins terminaram em último lugar por quatro temporadas consecutivas. Mais uma vez, parecia que o Penguins iram para fora da cidade. Após a declaração de falência pela segunda vez na história da equipe, Lemieux (é ai caro leitor, não-torcedor do Pens, que você entende porque Mario é um ''Deus'' para nós) salvou a franquia mais uma vez. Ele montou um grupo de proprietários, junto com Ron Burkle, para comprar a equipe em 1999.

Foram anos de escassez, mas os primeiros sinais de mudança ocorrem quando um certo goleiro natural de Quebéc vai se instalar no oeste da Pensilvânia após ser 1st pick do Draft de 2003. No próximo post a Era dos Centers, a juventude manda agora no hockey pittsburguiano.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Good Bye, The Igloo - Parte 2

A história continua, o Penguins ainda não apareciam no cenário esportivo local com grande representante da cidade de Pittsburgh, essas vagas ainda eram ocupadas por Steelers e Pirates. Mas as coisas pareciam que iam começar a mudar na década de 70.

Pronovost e vários de seus companheiros de equipe a partir de 1970 pensavam que o ciclo de derrotas ia se inverter durante a temporada de 1975. Liderado pela "Century Line ''de Pronovost, Apps e Lowell MacDonald, juntamente com o estreante sensação Pierre Larouche, Pittsburgh varreu o St. Louis Blues, na primeira rodada dos playoffs, antes de abrir um 3-0 na série sobre o New York Islanders pelas quartas.

Os Penguins precisavam de uma vitória para eliminar NY e avançar para as semi-finais e ficar a uma rodada da Final da Copa Stanley. Infelizmente, essa vitória provou ser muito evasiva. O Penguins tornou-se a terceira franquia a entregar uma vantagem de 3-0 da série, quando Ed Westfall assistiu a um tiro desviar em seu corpo para dentro da rede para dar ao Islanders uma vitória por 1-0, no jogo 7 na Civic Arena.

"Especialmente nessa série contra o Islanders, cometemos alguns erros", disse Pronovost. "Nós deveríamos ter colocado o prego no caixão e não o fizemos. Nós permitimos que eles voltassem a série para vencer com o placar mínimo no jogo 7. O puck bateu no peito de Ed Westfall e caiu na rede. Mas isso é hockey ".

Esse desgosto levou a uma descendente que se iniciou com a possível falência do Penguins no final dos anos 70. Até que a década de 1980 chegou e o Penguins parecia mais destinado a deixar Pittsburgh do que se tornar eventual campeão da Copa Stanley.

Mas tudo isso mudou radicalmente. Quando o então general-manager Eddie Johnston usou o seu 1st pick no Draft de 1984 e escolheu Mario Lemieux, ele não só mudou toda a fortuna de uma franquia, mas ele ajudou a colocá-la no mapa do hóquei em Pittsburgh.

Lemieux, se tornou o franchise player, que era uma posição extremamente carente no Penguins. Durante as próximas 21 temporadas, os pinguins deixariam de ser perdedores adoráveis para se tornarem uma das franquias de elite da NHL.

Como já dito, as istórias de Mellon/Civic Arena se completam e será assim até o fim de sua união, que aconteceu na última temporada. No próximo post (que pode demorar um pouco, pois eu viajarei amanhã, mas explicarei essa história direitinho num post amanhã) a era mais vitoriosa do hockey de Pittsburgh, a Era Lemieux.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Good Bye, The Igloo - Parte 1

Como prometido há um tempo atrás, hoje eu começo a fazer as matérias em homenagem a sagrada arena de Pittsburgh, a (hoje chamada) Mellon Arena, onde o Penguins mandava seus jogos até a última temporada (2009-10), mas a mesma será substituída pela nova e moderna Consol Energy Center, decretando assim o fim de mais uma era na 'cidade dos campeões'.

É um triângulo amoroso que durou três décadas - os Penguins, a Mellon Arena e os fãs de Pittsburgh. Mesmo durante os primeiros anos, quando os pinguins não estavam ganhando com a regularidade, eles eram a melhor parte dos primeiros 20 anos, que até hoje é (era) uma constante no Igloo os maiores fãs da National Hockey League.
Os primordios do "Igloo", então Civic Arena.

Tudo começou no dia 11 de outubro de 1967 quando a então Civic Arena era inaugurada em um confronto entre os atuais campeões, o Montreal Canadiens e o time da casa, o recém fundado Pittsburgh Penguins, que terminou com o placar de 2-1 para os visitantes, onde uma das lendas do hockey de Montreal, Jean Bealiveau marcou seu 400º gol. E quis o destino que o último jogo oficial do Igloo fosse uma derrota para o Montreal Canadiens, só que com o título invertido, mas isso é assunto para depois.

Voltando a 67, Andy Bathgate foi o penguin a marcar o primeiro e solitário gol dos Pens na abertura da Arena, aos 07:06 do terceiro período.

"Eu certamente me lembro do primeiro", disse Bathgate, cujo neto foi draftado pelo Penguins em 2009. "Foi uma ótima maneira de começar. Foi um golo limpo de corte. Eu estava no slot e eu era capaz de atirar decentemente."

Embora os Pens tenham feito um jogou duro nessa noite, o sucesso em Pittsburgh foi difícil para a equipe. Naquela ocasião, o Steelers da NFL e o Pirates da Major League Baseball dominavam o cenário esportivo local pelos títulos de ambos na época, enquanto os antecessores dos pinguins no hóquei pittsburguiano, os Hornets da AHL, eram extremamente populares.

"Foi difícil quando chegamos no primeiro ano, com as camisolas azuis e quase ninguém do Hornets apoiava o time", disse Jack Riley, o primeiro general-manager do Penguins.

"Enquando o Steelers e o Pirates estavam ganhando, nós estávamos, mais ou menos, como primos pobres", disse Apps.

"Nós trabalhamos duro e queriamos ser bem sucedidos", disse Jean Pronovost. "Nós queríamos fazer a cidade de Pittsburgh orgulhosa. Nós fizemos o nosso melhor, mas infelizmente não foi o suficiente. Tivemos a concorrência. Eu me lembro na época que Pittsburgh foi chamado de "The City of Champions... Exceto os Penguins." Mas isso mudou agora, de modo que os ciclos avançam".

Jean Pronovost

As coisas começaram a mudar a partir da década de 70, ainda sem título, mas com algumas vitórias, sucessos e uma popularidade crescente, o nome Pittsburgh Penguins começava a ser escrito na história do hockey. É impossível falar de Mellon sem falar de Penguins e vice-versa, as histórias viveram numa mesma linha durante 43 anos.

Na próxima matéria, os anos 70 até a chegada de um dos maiores nomes da história do hockey a Pittsburgh, uma lenda que fez e ainda faz história pelo Penguins, um canadense com nome de origem francesa, que proporcionou a era mais vitoriosa ao hockey pittsburguiano. Aguardem!